Quanto mais eu me conecto com os Mundos Invisíveis, mais certeza tenho de que TUDO o que precisamos aprender está aqui mesmo, no grande livro da Natureza!!!
O AMOR do Criador Pai/Mãe disponibilizou todas as ferramentas que necessitamos para evoluir!
É realmente um grande PRESENTE estar nesse encantador Planeta Escola.
Portanto, que apuremos nossos sentidos para perceber as Bênçãos que estão sempre disponíveis.
Não é preciso viajar a outros mundos para acessar a Fonte!
Ela está e sempre esteve AQUI e AGORA!!!
Nós temos um Tambor no peito e uma voz na garganta...
Não precisamos estar em um ritual para nos conectar e honrar o Divino!
Tudo está aqui, dentro de nós!
Que possamos reconhecer a Divindade da Criação em todos os Seres e possamos aprender com cada um deles!
Que tenhamos consciência de que nossas ações afetam o todo.
Que possamos estar irmanados com todos os Seres que igualmente nos afetam e sustentam a vida preciosa que temos.
Que ampliemos nossa visão de mundo e possamos reconhecer que somos apenas uma gota no imenso oceano da Criação.
Que possamos ser GRATOS ao Criador por tanta BELEZA!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
O delicado limite entre a responsabilidade e a culpa...
Tenho observado nos atendimentos as pessoas se punindo e se boicotando por sentirem culpa pelas escolhas que fizeram no decorrer da vida...
Algumas também carregam culpas inconscientes, coletivas, arquetípicas, como, por exemplo, ter nascido para “confrontar” a família, especialmente a mãe (no caso das mulheres) ou o pai (no caso dos homens).
Existe também uma culpa coletiva por sermos “anjos caídos”, muito reforçada pelas religiões.
Muitos se culpam simplesmente por serem pessoas que se destacam por suas fortes personalidades, por não seguirem as regras impostas pela sociedade, por seu poder de sedução ou até por desejarem felicidade... Enfim, a lista de culpas é imensa!
Refletindo sobre isso, podemos mudar o foco sem nos isentar da responsabilidade que temos sobre nossas escolhas e suas consequências.
Nos responsabilizando pela parcela que nos cabe, entregamos ao “outro” a parcela que lhes cabe e, a partir deste ponto, passamos a nos dedicar ao trabalho de dissolução das consequências das escolhas que fizemos. Lembrando que, como estamos todos conectados, à medida que nos libertamos estamos simultaneamente libertando também o outro!
Uma boa forma de migrar da culpa para a responsabilidade é lembrar que fizemos (e assim também o “outro”) o melhor que podíamos naquela circunstância e com aquele nível de consciência. Só a partir de um dedicado trabalho de lapidação pessoal e, consequentemente, atingindo um novo nível de consciência, podemos criar a possibilidade de transmutar nossa história e fazer escolhas mais sábias a partir disso.
Que a "culpa" se dissolva definitivamente, que tenhamos responsabilidade curativa sobre nossas escolhas e SABEDORIA para honrá-las, ahow!
Tenho observado nos atendimentos as pessoas se punindo e se boicotando por sentirem culpa pelas escolhas que fizeram no decorrer da vida...
Algumas também carregam culpas inconscientes, coletivas, arquetípicas, como, por exemplo, ter nascido para “confrontar” a família, especialmente a mãe (no caso das mulheres) ou o pai (no caso dos homens).
Existe também uma culpa coletiva por sermos “anjos caídos”, muito reforçada pelas religiões.
Muitos se culpam simplesmente por serem pessoas que se destacam por suas fortes personalidades, por não seguirem as regras impostas pela sociedade, por seu poder de sedução ou até por desejarem felicidade... Enfim, a lista de culpas é imensa!
Refletindo sobre isso, podemos mudar o foco sem nos isentar da responsabilidade que temos sobre nossas escolhas e suas consequências.
Nos responsabilizando pela parcela que nos cabe, entregamos ao “outro” a parcela que lhes cabe e, a partir deste ponto, passamos a nos dedicar ao trabalho de dissolução das consequências das escolhas que fizemos. Lembrando que, como estamos todos conectados, à medida que nos libertamos estamos simultaneamente libertando também o outro!
Uma boa forma de migrar da culpa para a responsabilidade é lembrar que fizemos (e assim também o “outro”) o melhor que podíamos naquela circunstância e com aquele nível de consciência. Só a partir de um dedicado trabalho de lapidação pessoal e, consequentemente, atingindo um novo nível de consciência, podemos criar a possibilidade de transmutar nossa história e fazer escolhas mais sábias a partir disso.
Que a "culpa" se dissolva definitivamente, que tenhamos responsabilidade curativa sobre nossas escolhas e SABEDORIA para honrá-las, ahow!
É nossa - e absolutamente nossa - a responsabilidade de mudar a realidade tal como se apresenta!
Não há conflito "longe" que não esteja também "dentro"...
Não há desequilíbrio "lá" se o "aqui" estiver em equilíbrio!
Então... O melhor que podemos fazer é cuidar da nossa CURA pessoal, iluminando nossa PRESENÇA que influencia toda a Humanidade!
Só cuidando amorosamente dos conflitos e desequilíbrios pessoais poderemos realmente fazer a diferença para o Todo!
Que todos os Seres caminhem em BELEZA, ahow!!!
Não há conflito "longe" que não esteja também "dentro"...
Não há desequilíbrio "lá" se o "aqui" estiver em equilíbrio!
Então... O melhor que podemos fazer é cuidar da nossa CURA pessoal, iluminando nossa PRESENÇA que influencia toda a Humanidade!
Só cuidando amorosamente dos conflitos e desequilíbrios pessoais poderemos realmente fazer a diferença para o Todo!
Que todos os Seres caminhem em BELEZA, ahow!!!
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